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Diretor: M.Sc. Henrique Serdeira

 

O Instituto Tércio Pacitti de Aplicações e Pesquisas Computacionais (NCE/UFRJ) é um instituto especializado da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que tem por objetivo contribuir de forma inequívoca para o domínio da tecnologia de computação no país através de sua atuação na pesquisa e no ensino de graduação e pós-graduação de Informática. Para isso, conta com um corpo técnico altamente especializado, formado por profissionais treinados nas mais conceituadas escolas de Informática do Brasil e do exterior.

Criado ao final dos anos 60 a partir do Departamento de Cálculo Científico da COPPE, o antigo Núcleo de Computação Eletrônica (transformado em Instituto Tércio Pacitti em novembro de 2010), atuou de forma marcante ao longo de sua história no âmbito acadêmico e administrativo da UFRJ, assim como na pesquisa, prestação de serviços, consultorias e projetos, estimulando o uso da informática nas diversas áreas do conhecimento. O NCE/UFRJ foi um dos grandes responsáveis pela concepção do curso de graduação em Informática, apoiando a criação do Departamento de Ciência da Computação no Instituto de Matemática, ministrando aulas para os alunos e orientando seus projetos de final de curso. Preocupou-se em dar diretrizes para a computação da UFRJ, viabilizando a instalação e manutenção de equipamentos e infra-estrutura computacional em várias Unidades. Desenvolveu sistemas para gestão da vida acadêmica e do quadro social da UFRJ, sempre procurando integrar o desenvolvimento com as pesquisas de ponta feitas em seus laboratórios, formando estagiários da UFRJ.

O NCE/UFRJ procurou acompanhar as tendências acadêmicas e a evolução da Informática de modo a atualizar e ampliar suas funções, passando a se preocupar cada vez mais com o ensino, pesquisa, desenvolvimento e programas de extensão. Atua na Pós-Graduação Stricto Sensu há mais de 10 anos. O Programa de Pós-Graduação em Informática (PPGI/UFRJ), parceria com o Departamento da Ciência de Computação do Instituto de Matemática, conta com cerca de 400 dissertações defendidas, tendo tido seu doutorado aprovado em 2010. No Lato Sensu, tem cursos reconhecidos no mercado e na academia. Desde 2001, possui convênio com a Cisco Systems, através do Programa Cisco Networking Academy. Atua capacitando instrutores das Academias Regionais e Locais, ministrando cursos na área de Redes de Computadores (nível médio a avançado) a alunos de graduação e à comunidade acadêmica.

Na Extensão, o projeto de inclusão digital de portadores de deficiência visual e motora tem reconhecimento internacional, já tendo recebido vários prêmios. O DOSVOX, software que provê aos deficientes visuais a iteração com o computador através de síntese de voz, conta com cerca de 20.000 usuários no Brasil e America Latina. Através MOTRIX, deficientes motores usam o computador apenas por comandos de voz, buy xanax online o que permite sua inserção no mercado de trabalho.

Projetos pioneiros com ênfase em eletrônica digital, arquitetura de computadores, sistemas operacionais, redes de computadores, micro-processadores, sistemas complexos e multimídia atestam o desenvolvimento tecnológico empreendido pelo NCE/UFRJ ao longo do tempo, sempre direcionado para as áreas de vanguarda da pesquisa.

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Diretor: Prof. Helio Jaques Rocha-Pinto

 

O Observatório do Valongo foi fundado por Manuel Pereira Reis em 1881, sendo a segunda instituição astronômica mais antiga do Brasil. Inicialmente era conhecido como Observatório Astronômico da Escola Politécnica e situava-se no morro de Santo Antônio. Em 1924, foi transferido para sua atual localização, na antiga Chácara do Valongo, no morro da Conceição, após uma permuta de terrenos entre a cidade do Rio de Janeiro e o governo federal, com vistas a permitir o desmonte do morro de Santo Antônio. 
Em 1957, foi transferido para a Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, para servir de sede ao curso de graduação em Astronomia, criado no ano seguinte. Posteriormente incorporado à UFRJ, após a Reforma Universitária de 1968, tornou-se órgão suplementar do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN). Muito embora tenha continuado a sediar o curso de graduação em Astronomia, este ficou atrelado ao Instituto de Geociências. Essa situação perdurou até 2002, quando o Observatório do Valongo foi alçado à categoria de instituto da UFRJ. Essa mudança de status institucional favoreceu o estabelecimento de um programa de pós-graduação em Astronomia, com a abertura dos cursos de mestrado (2003) e doutorado (2010) stricto sensu, bem como a renovação do quadro de docentes a partir de meados dos anos 2000.

O observatório desenvolve atividades de ensino, extensão e pesquisa. Seu alcance é reconhecido tanto no cenário astronômico local quanto nacional. É pioneiro no país no campo de formação de astrônomos, tendo sido por 50 anos o único instituto brasileiro a oferecer graduação em Astronomia, e desde 1993 é categorizado pela União Internacional Astronômica como instituição de ensino de Astronomia. Compõe ainda, juntamente com o Observatório Nacional (centro de pesquisa), o Planetário da Cidade do Rio de Janeiro e o Museu de Astronomia e Ciências Afins (centros de divulgação), um polo de Astronomia do Rio de Janeiro.

 

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Diretor: Prof. Ismar de Souza Carvalho

 

Criado pelo decreto 60455-A, de 13 de março de 1967, que aprovou o plano de reestruturação da Universidade Federal do Rio de Janeiro – ex-Universidade do Brasil, o IGEO é formado pelos departamentos de Geologia, Geografia e Meteorologia e destina-se ao ensino básico, à formação profissional e à pesquisa em Geografia, Geologia e Meteorologia em qualquer de suas modalidades. Compete também participar dos programas da UFRJ visando completar a educação integral dos estudantes, preservar e difundir a cultura e atuar no processo de desenvolvimento do País. De seu corpo docente fazem parte 77 professores dos quais 4 são Titulares (este número em breve aumentará); 29 Associados; 37 Adjuntos; 3 Assistentes; 3 Eméritos; 20 Bolsistas de PQ-CNPq;  8 Cientistas e Jovens Cientistas do Nosso Estado (FAPERJ) e 90 Servidores Técnicos-Administrativo em Educação.

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Diretora: Profa.Cássia Curan Turci

 

Criado em 1959 pela Resolução n0 4, do Conselho Universitário da antiga Universidade do Brasil e mantido pelo decreto 60455-A, de 13 de março de 1967, que aprovou o plano de reestruturação da UFRJ, o IQ destina-se ao ensino básico, à formação de profissionais químicos e à pesquisa em Química em qualquer das suas modalidades. Dentre as suas finalidades destacam-se: o ensino básico de Química para toda a universidade, a responsabilidade pelos cursos de graduação e Pós-graduação em Química, cursos de aperfeiçoamento, especialização, treinamento profissional atualização e extensão universitários nos domínios da Química, atividades de Pós-Doutorado em Química, o desenvolvimento de planos de pesquisa e de aplicação de conhecimento em  Química, assistência técnica a outras unidades da UFRJ, bem como a entidades públicas e privadas. Para isso é estruturado em cinco Departamentos: Bioquímica, Físico-Química, Química Orgânica, Química Inorgânica e Química Analítica, além de laboratórios de ensino e pesquisa e sete oficinas especializadas. Mantém os cursos de graduação em Química com Atribuições Tecnológicas, Licenciatura em Química e Bacharelado em Química  e os Programas de Pós-graduação em Química (conceito 7 CAPES), Bioquímica (conceito 6 CAPES), Ciência de Alimentos (conceito 4 CAPES), Mestrado em Química - Modalidade Profissional, que teve início em 2014-1, e a Especialização em Ensino de Química - lato sensu. Além destes cursos, o Instituto de Química faz parte do Programa de Pós-Graduação em História da Ciência e das Técnicas e Epistemologia (conceito 4 CAPES). Em uma parceria com o CEDERJ, o  Instituto de Química também e responsável pelo curso de licenciatura em Química - modalidade à distância, em 4 Polos: Angra dos Reis, São Gonçalo, Nova Iguaçu e Pirai, com aproximadamente 300 estudantes inscritos. O IQ também foi responsável pela implementação dos cursos de Licenciatura em Química e Bacharelado em Química no Campus UFRJ "Prof. Aloísio Teixeira", localizado em Macaé. Até hoje os cursos de Macaé são rigorosamente acompanhados pela direção do Instituto de Química. Seu corpo docente é constituído por 150 professores, dos quais 98% doutores, e 110 servidores técnico-administrativos em educação. Vale destacar que faz parte do corpo de laboratórios do IQ o Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem (LBCD), em fase de credenciamento pela World Anti Doping Analysis (WADA), visando a realização do controle de dopagem durante os Jogos Olímpicos de 2016.

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Diretora: Profa. Walcy Santos

 

Criado pela Resolução 22 de 19 de março de 1964 do CONSUNI, o IM teve a sua origem nos Departamentos de Matemática da extinta Faculdade Nacional de Filosofia e da Escola Nacional de Engenharia, atualmente é constituído por 4 (quatro) departamentos: Departamento de Matemática; Departamento de Ciências da Computação; Departamento de Métodos Estatísticos e Departamento de Matemática Aplicada. Seu corpo docente é formado por 179 professores dois quais 90% (noventa por cento) doutores, 45 (quarenta e cinco) bolsistas; 10 Professores Titulares, 15 (quinze) cientistas e Jovens cientistas do Nosso Estado (FAPERJ) e 52 (cinquenta e dois) Servidores Técnicos-Administrativo em Educação. O instituto é composto pelos cursos de Matemática (Bacharelado); Matemática (Licenciatura); Ciências Atuariais; Estatística; Ciências da Computação e Matemática Aplicada. Atendendo cerca de 1.500 alunos nos cursos. Por semestre são 14.000 alunos nos cursos de graduação. Há no instituto diversas grupos de pesquisa de Álgebra; Análise; Mecânica do Contínuo; Geometria Diferencial; Equações Diferenciais Parciais; Complexidade;Sistemas Dinâmicos;Dinâmica Complexa; Análise Numérica; Biomatemática; Física Matemática; Estatística; Teoria dos Grafos; Teoria da Computação; História da Matemática e Ensino de Matemática.

 

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Diretor: Prof. Eduardo Chaves Montenegro

 

Criado pela Resolução 22 de 19 de março de 1964 do CONSUNI, é constituído de quatro departamentos: Física Matemática, Física Nuclear, Física dos Sólidos e Física Teórica. Conta atualmente com um corpo docente com 99 professores, dos quais 98 têm o título de doutor. As atividades de pesquisa e pós-graduação no âmbito do Instituto iniciaram-se nos primeiros anos da década de 70, sendo que o programa de Pós-Graduação em Física é hoje considerado pela CAPES como tendo nível internacional. O Instituto está entre as instituições nacionais com maior abrangência em suas atividades de pesquisa, abrigando diversos projetos de grande porte, como Instituto do Milênio e Núcleos de Excelência (PRONEX). Seus pesquisadores têm tido participação ativa na comunidade científica tanto nacional quanto internacional. Na área de ensino, o Instituto conta atualmente com 91 alunos de pós-graduação, 32 no mestrado profissional, 410 no Bacharelado, 22 na Habilitação em Física Médica,  246 na Licenciatura e cerca de 500 alunos/ano em atividades de extensão.